segunda-feira, 15 de setembro de 2014

CONGRESSO PORTUGUES DE FILOSOFIA- COMUNICADO DA SPF

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Congresso Português de Filosofia

A SEA, em colaboração com outras associações científicas, irá cooperar na organização do Congresso Português de Filosofia, que decorrerá na Fundação Calouste Gulbenkian e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, nos dias 5 e 6 de Setembro de 2014.
Mais Info: http://congressoportuguesdefilosofia.weebly.com/

terça-feira, 8 de julho de 2014

SEA E PORTO CIDADE +


ENTRE 7 E 13 DE JULHO O PORTO VAI SER UM PONTO DE ENCONTRO DA CIDADANIA, DO AMBIENTE E DA SUSTENTABILIDADE. 
A SOCIEDADE DE ÉTICA AMBIENTAL COLABORA NA INICIATIVA COM PALESTRAS, SESSÕES DE DINAMIZAÇÃO  E OFICINAS.


10 DE JULHO, 18H 20 MN

MOBILIDADE SUSTENTÁVEL- TIAGO CARVALHO (SEA)
 LOCAL- PAVILHÃO ROSA MOTA

11 DE JULHO , 14 - 18 HORAS

CARTA À NATUREZA, LOCAL- JARDINS DO PALÁCIO


JORGE MOREIRA E M. ALCIDE GONÇALVES (SEA)


12 JULHO, 10- 12 HORAS

Ética Ambiental para a construção de uma CIDADE + ,   PAVILHÃO ROSA MOTA  

 

PROGRAMAÇÃO


1ª PARTE - apresentação de comunicações:
     
1. Ética Ambiental: Para Uma Cidadania Planetária 
 Maria José Varandas (SEA)
2. Ética Ambiental Política e Economia
 José Manuel Alho (SEA)
3.     Diálogo aberto
2ª PARTE – apresentação da iniciativa:
Da Ética à Prática
 Mª Alcide Gonçalves e Jorge Moreira (SEA)
 MAIS INFO  http://cidademais.pt/site/
Ética Ambiental para a construção de uma CIDADE+. 

A sessão decorre dia 12 de Julho de 2014, entre as 10:00 e as 13:00 horas nos Jardins do Palácio de Cristal, Sala Lateral do Pavilhão Rosa Mota, Porto

Carta à Natureza

Ação de Educação e Ética Ambiental no Evento Cidade +
Julho de 2014 nos Jardins do Palácio de Cristal, Porto


sábado, 5 de julho de 2014


CRISTINA BECKERT



CRISTINA BECKERT

O sorriso suave e a discreta afabilidade que lhe iluminava o semblante de traços finos, a figura delicada e frágil em harmonia com o tom  sereno da voz exprimiam por inteiro a coerência entre o ser físico e o ser mental como se o primeiro fosse obra de valores, a talhar-lhe o rosto, a esculpir-lhe o ser físico... na manifestação visível e tangível de um ideal ético.
- SERIEDADE:
Lazer, vida pessoal, profissão...  polos indissociáveis da unidade vida/ethos , unidade à qual a Cristina respondeu sempre com o mesmo empenho, labor, profundidade, compromisso. Vida/ acção.  Pensamento/acção. Vida/ethos. Polaridades equivalentes num viver que intransigentemente se projectou para o Outro, no constante pensar para o outro.
- DIGNIDADE E FORTALEZA:
A superioridade dos fortes que não fraquejam nunca, ou que se revolta queixosa face aos aspectos mais sombrios da existência - a doença, o sofrimento, a adversidade-  conferiam-lhe uma aura de distanciamento típica dos grandes sábios que se retiram do ruído e bulício do mundo produzidos pela frivolidade e vanidade inconscientes.
- COMPAIXÃO
- A infatigável empatia com os mais fracos e vulneráveis, com o sofrimento do próximo. O consolo pelas palavras, pela atitude. E a constante reflexão que lembra e alerta para a responsabilidade que é devida aos não-humanos sencientes.
SOLIDARIEDADE
Elucidar, apoiar, incentivar, orientar os alunos e os aprendizes do labor intelectual com a humildade, a abertura e  delicadeza que fazem de um professor um grande Professor.
HONESTIDADE
Um rigor excepcional na preparação da aula onde o tempo se desdobrava, ritmado pela sua batuta, em tempos certos- tempo para dizer, tempo para ouvir, tempo para pensar, tempo para interrogar, tempo para debater.
Como disse Viriato Soromenho-Marques, a sua vida foi /é uma obra de arte exemplar inspiradora para todos o que com ela privaram. A Cristina inteira é poiesis- a ética e a estética fundindo-se no seu ser em harmonia.
Permanecerá sempre connosco. Muito obrigada Cristina. A gratidão é eterna como eterno será o nosso tempo.
Curriculo – nota breve
Professora Associada no Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e membro do Conselho Científico da Sociedadede Ética Ambiental (Presidente de 2000 a 2006). Entre outras obras referem-se:
 "Subjectividade e diacronia no pensamento de E.Levinas", Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 1998.
Coordenadora de :
"Natureza e Ambiente: representações na cultura portuguesa", Lisboa, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa,2001;
"Ética ambiental, uma ética para o futuro", Lisboa, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2003
Juntamente com Maria José Varandas, de "Éticas e Políticas Ambientais", Lisboa, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2004.  
“Um pensar para o Outro” Lisboa. CFUL, 2008;
Autora de “Ética” , CFUL, 2012.
Coordenadora de “Ética- Teoria e Prática”, CFUL, 2013.
Inúmeros artigos publicados sobre Levinas e nas áreas da Bioética Médica, Ética Animal e Ética Ambiental.

terça-feira, 22 de abril de 2014

1º Seminário Internacional RIA-TSDS

A SEA estará representada no 1º Seminário Internacional RIA-TSDS Rede Ibero-Americana de Territórios Sustentáveis, Desenvolvimento e Saúde

Mais informação: http://territorios-sustentaveis.webnode.pt/


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CONFERÊNCIA "ECOLOGIA E ESPIRITUALIDADE"

 14, 15, 16 Janeiro em Lisboa, Porto e Braga

ACTIVIDADES DA SEA PARA 2014

Actividades da SEA para 2014


JANEIRO:
Co-organização da Conferência "ECOLOGIA e ESPIRITUALIDADE"

LISBOA- 14 de Janeiro- 18 horas (FLUL)
PORTO- 15 Janeiro- 17 horas (F. Psicol. e Ciên.Ed.)
BRAGA- 16 de Janeiro 15 horas (U.Minho)


 

ABRIL:
Colóquio da SEA, 3 de ABRIL, FCUL:" Porque devemos preservar a biodiversidade? Uma análise ética da conservação "

Faculdade Ciências da Universidade de Lisboa (Programa em elaboração)

SETEMBRO:
Colaboração  na Organização do 1º CONGRESSO PORTUGUÊS DE FILOSOFIA

SETEMBRO- FUNDAÇÂO CALOUSTE GULBENKIAN
http://enviroethics.org/2013/12/28/cfp-portuguese-congress-of-philosophy/

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

SEA e ISEE - International Society of Environment Ethics


A Sociedade de Ética Ambiental tornou-se representante em Portugal da prestigiada International Society of Environmental Ethics - ISEE.

A ISEE tem uma acção reconhecida há mais de 20 anos no domínio da investigação em ética ambiental e na promoção de uma relação com a natureza pautada pelo respeito, conservação, preservação e compreensão pela dinâmica do mundo natural. 

Trata-se, sem dúvida,  de um passo em frente no desenvolvimento e crescimento da SEA e um motivo de júbilo e responsabilidade acrescida na defesa e protecção do mundo natural. 




quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Ética, Estética e Desenvolvimento Sustentável


No 1º trimestre de 2012 a SEA, em colaboração com o Projecto Filosofia e Arquitectura da Paisagem (CFUL/CEAP), organizou o seminário "Ética, Estética e Desenvolvimento Sustentável", composto pelas sessões:

24 de Fevereiro: “Ambiente e Paisagem
Local: Faculdade de Letras
Painel de Conferencistas: Adriana Veríssimo Serrão
                                    Nuno Castanheira (SEA)
                                    Sofia Vaz (SEA)
                                    Mª José Varandas (SEA)

10 de Fevereiro: “Animais: Interesses e Direitos”
Local: Museu da Ciência
Conferencistas: Cristina Beckert
                            Carlos João Correia
                            Paulo Borges
                            Pedro Galvão
                            Manuel João Pires (SEA)

24 de Março: “Ética, Estética e Desenvolvimento Sustentável”
Local: Museu da Ciência
Conferencistas: Viriato Soromenho Marques
                            António Queirós
                            Jorge Marques da Silva (SEA)
                            Francisco Teixeira (SEA)

http://www.centrodefilosofia.com/
http://www.isa.utl.pt/ceap/
         

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Bons resultados para a biodiversidade

Ligia Paes de Barros, de Nagoia
WWF-Brasil

Não foi fácil, mas o acordo tão esperado para a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica foi alcançado. As negociações se estenderam até a madrugada do sábado (2h) em Nagoia e deixaram os participantes com grandes expectativas até o último minuto. Enfim, o anúncio das decisões finais pelo presidente da COP 10 e ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryu Matsumoto, causou alívio e satisfação entre os presentes.

O motivo da satisfação foi um acordo dos países em torno dos três principais temas reivindicados para decisão nesta Conferência: o protocolo de acesso e repartição de benefícios dos recursos genéticos da biodiversidade (ABS na sigla em inglês) com os aspectos principais contemplados, um Plano Estratégico para o período 2011 - 2020 relativamente ambicioso de redução da perda de biodiversidade para a próxima década e uma sinalização de recursos financeiros para a implementação das ações de conservação.

“Conseguimos um bom acordo que demonstrou bastante vontade política por parte dos países para a conservação da biodiversidade”, afirmou a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú. “Esperávamos mais em algumas metas ou decisões, mas agora, o mais importante é que os países façam a sua parte do acordo, conforme combinado, até 2020”, completou Hamú.

Para o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti, o papel de alguns países foi crucial para o resultado positivo da Conferência. “O Japão, como anfitrião desta COP, contribuiu bastante para as negociações avançarem, exercendo com autoridade a presidência, chamando as partes à negociação e propondo opções, e até com o anúncio da disponibilização de recursos”, afirmou Maretti. “O Brasil também merece elogios pela vontade política de negociação e por fim, a flexibilidade da União Europeia, dos países africanos e dos países megadiversos em alguns aspectos também foi importante para o alcance do acordo”, afirmou Maretti.

Repartição dos benefícios da biodiversidade
O acordo em torno do protocolo que regulamenta o acesso e a repartição dos benefícios gerados pelos recursos genéticos da biodiversidade entre os países foi o maior êxito da COP 10 da CDB.

Apontado desde o princípio como o principal desafio para as negociações internacionais, o tema ficou indefinido até o último momento. Depois de muitas reuniões, os países concordaram, apesar de algumas insatisfações que não impediram o acordo, em um documento que contempla os aspectos considerados fundamentais para decisão nessa conferência. A forma de conseguir um acordo foi reduzir detalhamento, mas assegurar os princípios e os enfoques adequados.

Um dos pontos mais polêmicos do protocolo, os chamados “derivados” dos recursos genéticos - elementos produzidos a partir dos recursos genéticos, com valor econômico alto – foram incluídos no protocolo, mas a operacionalização desse conceito não será tão simples. A utilização dos recursos genéticos consta no texto, também de forma tortuosa.

Outro aspecto polêmico foi o controle do cumprimento do acordo. Esse aspecto foi definido superficialmente, favorecendo mais o interesse dos países em desenvolvimento, geralmente provedores desses recursos genéticos. Um dos pontos que ficou subentendido é que para a aceitação de patentes, além de outros processos, produzidos a partir de tais recursos genéticos, há responsabilidade de verificar se as leis nacionais, tanto dos países fornecedores de biodiversidade como dos usuários dela, estarão sendo respeitadas. O Protocolo é essencialmente baseado nos processos dentro de cada país.

“Os itens fundamentais para que o protocolo de ABS possa ser implementado foram definidos”, afirmou Maretti. “O mais importante é que os países trabalhem suas legislações nacionais sobre o tema e continuem aprimorando o protocolo em outras reuniões”, ressaltou.

Plano Estratégico 2011 – 2020
Um bom Plano Estratégico para a redução da perda de biodiversidade, documento considerado o mais importante da COP 10 por definir as ações que os países terão que implementar até 2020, foi alcançado na 10ª COP da CDB. Depois de muitos impasses, o documento refletiu a diplomacia e flexibilidade de todos os países: aqueles que defendiam metas mais ambiciosas e, principalmente, os que resistiam em aprovar comprometimentos muito fortes.

Duas conquistas significativas do Plano foram a inclusão no documento final do valor da biodiversidade nas contas públicas dos países e a redução de subsídios destinados a atividades consideradas prejudiciais e degradantes da biodiversidade. Além disso, foi definida uma diretriz de redução da exploração inadequada dos recursos pesqueiros e hídricos.

No que se refere à missão do Plano Estratégico, que define o nível de ambição geral do documento, o acordo ficou indefinido até o último momento. Com conflitos de interesses entre países que defendiam zerar a perda de biodiversidade até 2020 e outros que pediam uma missão de tomar ações efetivas e urgentes para zerar a perda de biodiversidade no mesmo período, a decisão final anunciada na plenária final representa uma combinação das duas opções.

O outro aspecto polêmico do Plano Estratégico era a meta que aborda a redução da conversão de habitats (destruição de áreas naturais), incluindo o desmatamento. Conforme apresentado na plenária, a meta final ficou definida em diminuir pelo menos pela metade a taxa de conversão de habitats e desmatamento, e onde possível, reduzir a zero.

“Esse cenário não é o que gostaríamos. Seria muito importante para o Brasil, principalmente, ter metas mais efetivas para zerar a perda de biodiversidade e o desmatamento”, apontou a secretária-geral do WWF-Brasil. “Ainda assim, o Brasil tem compromissos internos sobre esses temas que se forem cumpridos devidamente, representarão um grande avanço para a biodiversidade do país. Devemos agora esperar que o Brasil faça sua ‘lição de casa’ e desenvolva uma estratégia nacional de implementação da CDB”, apontou Denise Hamú.


Áreas protegidas
Com relação à porcentagem dos territórios que serão conservados em áreas protegidas, o resultado também foi o caminho do meio, que já representa um progresso importante nesse tema em comparação com as metas definidas para 2010.

O resultado anunciado foi que 17% das áreas terrestres dos países terão que ser destinadas a áreas protegidas; área maior que os 10% definidos para 2010, mas não avança muito em relação à média mundial atual de quase 13%. Nas áreas marinhas, o percentual destinado a áreas protegidas permaneceu o mesmo que o estabelecido para 2010, que é de 10%.

“No cenário dos debates, com países, como a Malásia, a China ou alguns países africanos, querendo diminuir as porcentagens dramaticamente, essa porcentagem pode ser considerada ambiciosa. E essa meta de proteção marinha acaba sendo realista pois a média mundial de todos os oceanos atualmente é de pouco mais de 1%”, afirmou Maretti. “O ideal seria conseguirmos 20% de proteção em áreas terrestres e marinhas, mas esse resultado ainda é muito positivo”, ressaltou ele.

Financiamento para conservação da biodiversidade
As decisões sobre a mobilização de recursos financeiros também estiveram entre as menos unânimes em Nagoia. Muitos países em desenvolvimento, principalmente sul-americanos, africanos e do sudeste asiático, não ficaram satisfeitos com o compromisso assumido pelos países desenvolvidos em relação às doações que farão para financiar ações de conservação da biodiversidade. Isso se deve ao fato de que essa dívida se arrasta há mais de 20 anos.

O anúncio pelo governo do Japão da doação de 2 bilhões de dólares (EUA) até 2013, ajudou no alcance do acordo. Além disso, outro ponto positivo foi a definição de que até 2012 os países finalizem um plano de financiamento claro e efetivo para o restante da década.

O texto final aprovado aponta que a mobilização de recursos financeiros para a implementação efetiva do Plano Estratégico 2011 a 2020 deve aumentar significativamente, mas a meta deve ser definida depois de avaliações adequadas que os países apresentarão sobre suas necessidades financeiras, na próxima COP, em 2011.

“O ideal agora é que os países desenvolvidos facilitem o acesso dos países em desenvolvimento a esse dinheiro já anunciado, ou outros novos, para que estes consigam fazer um levantamento das suas demandas até 2020”, afirmou Cláudio Maretti. Esse levantamento mencionado pelo superintendente auxiliará na definição do plano de financiamento em 2012 com valores realistas para a implementação do Plano Estratégico para 2020 de redução da perda de biodiversidade.

“Outro compromisso que os países, inclusive o Brasil, devem assumir é o aumento dos orçamentos nacionais para o ministério do Meio Ambiente e especificamente para as áreas protegidas. O Brasil não pode mais depender apenas de recursos externos”, apontou Maretti.


Balanço geral
Depois de duas semanas de muito trabalho, a biodiversidade do planeta foi beneficiada com o acordo alcançado em Nagoia. Os resultados dos documentos acordados entre os países representam avanços para a conservação e uso sustentável da biodiversidade e, principalmente, para a população mundial, que usufrui dos inúmeros benefícios que ela oferece.

Porém, é preciso lembrar que se o acordo alcançado na COP 10 no Japão não for levado a sério e tratado como prioridade pelos 193 países membros da Convenção sobre Diversidade Biológica, ele não trará as mudanças necessárias que o mundo precisa.

“É um momento de comemoração, sem dúvida, a biodiversidade recebeu a atenção e a dedicação que merece nessa COP”, afirmou o superintendente de Conservação do WWF-Brasil. “Mas este também é um momento de cuidado e de ficarmos atentos para cobrar que os países implementem esses acordos nacional e localmente”, concluiu Maretti.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Conversa sobre o Ambiente- 9 de Dezembro

Quinta feira: 9 de Dezembro , das 17h às 19h.30

LocalBiblioteca da Fundação de Serralves - Porto

Criado por

Mais informação
Conversa sobre Ambiente: "O Futuro da Agricultura: sustentabilidade ou desertificação?"

Nos últimos anos Portugal tem assistido à alteração da sua paisagem agrícola, verificando-se em áreas rurais um aumento do abandono dos campos agrícolas e por vezes a opção por agricultura intensiva.

Que tipo de agricultura se adequa à situação do nosso país, intensiva ou extensiva? Que alternativas agrícolas podemos adoptar para combater a de...sertificação?

Neste debate pretende-se reflectir e discutir sobre o rumo da agricultura em Portugal, tendo em conta as estratégias de desenvolvimento rural, a situação de risco de desertificação de metade do nosso território e o número reduzido de solos de qualidade do nosso país.

Oradores convidados

Maria José Roxo
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa

Alfredo Cunhal
Herdade do Freixo do Meio

Rui Martins
Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte

Moderadora
Arminda Deusdado – Farol de Ideias